Caern - Presságios Vívidos

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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por Steve Mandrake em Dom Jul 05, 2015 2:31 am

Darkness (Lupus) - Ann

Já cansado daquela mesmice, o lobo acha que nada poderia piorar... Engano! Pior que um porco invasor, é ser jogado pro lado da víbora da Seita. O focinho do lobo começa a se contrair repetitivamente de forma involuntária, o perfume não era ofensivo e condizia com a beleza da dona. O único mal daquela mulher era sua Tribo, mas Darkness sempre retribuíra sua gentileza.

Sem esboçar qualquer reação ofensiva, o Ahroun ouve atento o recado, para aí sim deixar escapar um leve rosnado...

"-Ghrrr... Quebra-Queixo dever brincar com lobo! Darkness não querer ofender, mas prefere três Dançarinos do que ficar do lado da Alpha de Faro-Ancestral."

Falava após a transformação de Ann, quando ficaram na mesma posição, esperando apenas uma possível reação da Garou para sair correndo pela mata em busca da Alpha das Medusas.
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Ann (Lupus) - Darkness

Mensagem por Admin em Dom Jul 05, 2015 6:24 pm

A loba se senta, prestando atenção no que o Cria de Fenris falava. Suas orelhas se projetaram para frente e o semblante se assemelhava ao de um cão que tenta entender o que o humano fala. Quando Darkness termina, Ann continua em silêncio por longos segundos, talvez decidindo se encararia aquilo como uma incomum ironia lupina, ou uma ofensa, embora Darkness houvesse deixado explícito que não queria ofender: - Se você tentou fazer uma brincadeira, e eu prefiro acreditar que sim, por mais inocente que possa parecer, me recuso a sentar aqui e rir da minha Alpha com você. Ann se levanta, pronta para sair, mas resolve continuar: - Mesmo assim, sua tentativa desastrosa merece duas dicas. A primeira é... Talvez, se Trinca-Escalpos notar respeito emanando de você, talvez a relação de vocês evolua e consigam se suportar. Tente isso... A outra é ... Lobos não são bons com piadas. Ela meneia a cabeça, numa espécie de cumprimento, e se vira, caminhando pela trilha invisível das divisas.
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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por Steve Mandrake em Seg Jul 06, 2015 6:52 am

Darkness (Lupus) - Narração

*Piada?!*

Imagens mentais de passarinhos e sons produzidos por filhotes de galinha vinham a tona sem fazer nenhum sentido. Não passava perto de sorrir e repudiava tal comportamento humano. O Ahroun apenas curva a cabeça lateralmente como se não entendesse absolutamente nada do que ela quis dizer. Havia apenas sido sincero, uma característica natural de sua raça, sem demonstrar felicidade ou qualquer outra coisa diferente da frieza e seriedade que sempre esboçava. Enfim aquela atitude aparentemente hostil já lhe ensinava que Ann não era confiável e merecia ser tratada como qualquer outra de sua Tribo.

Sem demoras e sem responder ao cumprimento avança veloz entre as matas, correndo para o local designado ao encontro da Alpha Fúria Negra...

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Narração - Darkness

Mensagem por Admin em Qua Jul 08, 2015 2:46 am

Quando chega a uma parte da mata onde era possível avistar o rio e o caminho que ligava uma margem à outra, o Cria de Fenris nota o cheiro forte de fêmea possivelmente na forma lúpus, impregnado na vegetação. As pegadas, embora menores que as de Darkness, eram grandes, fundas e espaçosas.

Entretanto, possivelmente a Fúria Negra não se encontrava próxima no exato momento em que Darkness chega. Pelo menos, o cheiro indicava que o foco já havia se ido.
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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por Steve Mandrake em Qua Jul 08, 2015 8:08 am

Darkness (Lupus / Crinos) - Narração

Chegava rápido ao local e os sentidos aguçados do lobo já lhe passavam várias informações, porém não conseguia visualizar Trinca-Escalpos...

*A desgraçada não está aqui! Não consegue cumprir uma simples ordem, e pelo jeito vai sobrar pro lobo fazer o trabalho humano... Darkness não quer receber ninguém, quer guerra! Ou será que ela está aqui, me observando?! Ghrrrrr... Maldita!*

A medida que na cabeça do Ahroun gira variados pensamentos, seu corpo se transforma enquanto um forte rosnado pode ser ouvido. Sua forma de batalha se fazia presente, e os dentes cerrados acompanhados de um olhar assassino demonstrava a dificuldade de segurar a fúria que queimava no peito. Aguardaria o viajante naquela forma, afinal estava na entrada principal do Caern e a visita poderia ser hostil...
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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por AetherLugus em Qua Jul 08, 2015 10:54 pm

Após tanta pressa nos momentos anteriores, Karl se via bastante satisfeito ao chegar no parque. No carro divertiram-se bastante: Igor já aprendera algumas anedotas locais e Laura ria o tempo inteiro. Como muito das tradições locais ainda eram um mistério, combinara com seu primo que, se não retornasse dentro de uma hora e meia ou duas horas, eles poderiam voltar para casa, mas podiam entreter-se na espera.

A opção de Karl por transitar até a entrada do caern tinha muito a ver com sua ideia de "não perder a noção de realidade". Era demasiadamente fácil para um hominídeo, integrado à sociedade, perder seu propósito (como ocorria com seus antigos membros de matilha). Ali, ao catar um galho grande para utilizar de apoio na caminhada (como um cajado) e andar apressadamente entre toda aquela manifestação da natureza, ele se lembrava de que a vida de um garou era marcada pela predestinação e, embora não houvesse caminho fácil nisso, era uma honra e deveria ser levada até o fim... o fim de seus dias - no qual, com sorte, haveria outros como ele para levar a tarefa adiante. Não se tratava da pomposidade de uma troca de atletas no carregamento da tocha olímpica (embora certamente era glorioso de maneira similar), era mais como um grupo de voluntários no teste de um novo remédio potencialmente perigoso - havia um bem maior envolvido, mas os efeitos colaterais eram suportados pelos garou, em suas próprias peles. Essa ideia talvez aterrorizasse alguns dentre os mais corajosos homens da sociedade comum, mas dava a ele a tranquilidade necessária para seguir adiante.

Ao saltar sobre as águas que antecedem as divisas, já estava plenamente focado em sua vida, tendo abandonado sua necessária identidade "secreta".

Certificando-se de que já estava longe de qualquer olhar curioso, Karl assume a forma lupina, deixando suas vestes mesclarem-se no processo, graças a uma das poucas coisas de realidade que vivenciou no Canadá: o rito de dedicação ao talismã (cujo procedimento ainda se fazia um mistério para ele, apenas sabia que funcionava). Emite um sonoro uivo, mas preocupado com a perfeição do som - o tom e tempo certos para denotarem respeito ao mesmo tempo que deixa claro que não se tratava de qualquer outro (era algo mais forte que ele, às vezes o incomodava, mas é o que emanava de dentro) - e nisto, se apresenta:

- Calmaria-que-Antecede-a-Tempestade, Senhor das Sombras neto do Trovão, Nascido entre a luz e a escuridão sob a graça da Meia-Lua, mesclado entre os Homens. Venho com intuito de acrescentar forças ao bem-comum, para que nas noites mais escuras, o brilho da lua seja mais forte que a profunda escuridão. Em paz eu venho, permanecerei e em paz sairei.

Fecha os olhos e aproveita o momento para agradecer e saudar algumas forças mentalmente (uma vez que embora não faltassem intenções de contatos mais profundos, não era dotado da técnica necessária), deixando escapar apenas alguns sussurros. *Obrigado Gaia, por mais este dia de reunião aos irmãos; Obrigado Luna, pela discernimento que corre em minhas veias; Avô-Trovão, que corra pelas minhas palavras e sobretudo minhas ações, hoje e sempre; Espíritos locais, vos saúdo, que haja paz entre nós*

Abre os olhos. Dá seus primeiros passos no local.


Última edição por AetherLugus em Sab Jul 11, 2015 8:39 am, editado 1 vez(es)
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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por Merlin em Qua Jul 08, 2015 11:57 pm

Aproveito o crepúsculo para passear pelo parque e observar a flora e fauna daquele lugar ainda iluminado pelo sol. Recolho algumas amostras de ervas. Sinto meu corpo pulsar, quero tirar as roupas e os sapatos e sentir a terra em meus pés, mas o faço aguardar mais um pouco. Perambulo mais um pouco até observar crianças esbaforidas e ávidas por saírem do parque o mais depressa possível. Acredito na probabilidade de terem visto um de nós.

Somente após o último raio solar extinguir-se do céu, adentro a floresta lúgubre e me dirijo até a divisa do caern. Meu corpo começa a sua metamorfose e logo minhas patas experimentam a terra tão esperada. Agora na forma de um lobo fugaz, adentro o território do caern emitindo meu uivo de boas vindas.

"- Merlin, Theurge Cliath dos Filhos de Gaia."


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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por Suzanne O'Bran em Qui Jul 09, 2015 1:51 am

Tadewi como todo bom ahroun não se sente confortável com todo aquele cheiro de macho em suas narinas, mas não só isso, não se sente confortável em aguardar um lupino em um lugar que ele habita a muito tempo, era como invadir sua casa e depois perguntar se pode entrar.

Deste modo resolve então se levantar e explorar a seita como sugerido pelo "lobo alfa", se sentiu feliz ao se lembrar destas palavras e no quão forte soava.

Antes de fazer sua caminhada, prepara mais uma vez o fumo da erva da paz e acende, talvez assim obteria alguma contemplação...

Prefere inicialmente caminhar o centro da seita, queria se informar sobre o que estava acontecendo ali, mas como confiaria em um forasteiro?

" Quem confiaria em mim para me contar algo de tamanha importância? "

A única pessoa que conhecida ali, era a fúria negra impura. Deste modo é ela que Tadewi procura.

Caindo nas quatro patas, se põe a farejar, ora o solo, ora o ar.
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Trinca-Escalpos - Merlin - Karl - Darkness

Mensagem por Admin em Qui Jul 09, 2015 4:16 am

O cheiro de um jovem Cria de Fenris e dois uivos seguidos, sendo um vindo de um desconhecido parecia ser o ingrediente mais que perfeito para fazer a mata cuspir uma de suas bestas protetoras. Para os mais sensitivos (em lupus) era possível notar uma corrida impiedosa pela mata. As quatro patas que revezavam-se em passadas tão ligeiras que mal tocavam o solo, denunciavam a aproximação de algo grande e veloz.

Quando se fez ver, um animal de pelagem inteiramente negra e de vistoso brilho noturno, marcado por falhas provenientes de cicatrizes, valendo o destaque de uma em especial que lhe cortava boa parte das costas, afundou as patas em determinada parte da mata, buscando deter-se frente aos olhos de todos.

A loba construiu então uma expressão de estranheza na face animalesca, despertando imediatamente em Darkness uma memória recente, quando presenciou o mesmo semblante em Faro-Ancestral, orelhas projetadas para frente, olhar curioso e um característico inclinar da cabeça. Parecia nitidamente perguntar: - Que é isso? Ao deparar-se com o Senhor das Sombras, o desconhecido Filho de Gaia e Darkness.

A Guardiã exalava fúria nos mais altos níveis e ostentava uma linhagem pura de uma grande heroína das Fúrias Negras. Fitou a dupla recém-chegada com um olhar sério, para então dirigir-se à Darkness inicialmente (sem tirar os olhos de Karl e Merlin por muito tempo): - Faz o que aqui??
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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por Merlin em Qui Jul 09, 2015 6:19 pm

Ao mesmo tempo que o meu, outro uivo brota à minha frente. Adianto-me ligeiramente entre as águas gélidas do riacho em busca da entrada. Logo ao sair da margem meus olhos notam, não tão rápido quanto meu focinho, a presença os demais.

Ao notar a cara de indagação, primeiramente me sacudo, retirando assim o excesso de água de meu corpo. Abaixo minha cabeça com uma pata à frente, como em posição de reverencia.

"- Vim, apresentar-me."


Última edição por Merlin em Qui Jul 09, 2015 10:52 pm, editado 1 vez(es)
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Narração - Tadewi

Mensagem por Admin em Qui Jul 09, 2015 10:17 pm

Embora ainda não conhecesse a forma lupina de Ann, Tadewi chegara ao foco do mesmo cheiro que vinha seguindo desde o centro do Caern. Ao observar a loba, que detinha a caminhada e fazia girar as orelhas qual um radar, provavelmente captando a presença do Wendigo, Tadewi chega à conclusão de que aquela só poderia ser mesmo a Ann, já que ficava claro que se tratava de uma Fúria Negra, embora não ostentasse nenhuma imperfeição física.

Ambos estavam relativamente próximos ao cemitério, quando a impura se posicionou a encarar na direção de Tadewi, sem que se pudesse ter certeza ainda assim, de ter sido visto ou não.

De onde estava, o lupino sentia também o cheiro de Darkness, além de um leve e distante odor do que poderia muito bem ser urina humana.
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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por AetherLugus em Sex Jul 10, 2015 3:22 am

Em face a cena que envolvia os outros que estavam no local, Karl, permanecendo na forma lupina, cessa seu caminhar e põe-se apenas a observar o que se passava.
Supondo tratar-se de algum problema ou procedimento interno envolvendo alguns dos que estavam ali presentes ele sentou e pôs-se a tentar entender o que se passava. Limitando-se a este curso de ação, aguardava sua oportunidade para falar, ou, caso percebesse que era algo propriamente entre aqueles lobos, especialmente se for algo hierárquico, não pretende ser descortês e seguirá adiante. Enquanto não sabia do que se tratava, permanecia observando.


Última edição por AetherLugus em Sab Jul 11, 2015 8:39 am, editado 1 vez(es)
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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por Steve Mandrake em Sex Jul 10, 2015 7:33 am

Darkness (Crinos) - Trinca-Escalpos - Karl - Merlin

O Ahroun bufava enquanto caminhava de um lado para o outro sem entender nada. Pensava que as coisas melhorariam e seu humor também, porém os fatos que seguem são mais inacreditáveis. Enorme, em sua forma Crinos, observa quase que em fila dois desconhecidos Garous chegarem e ignorando-o completamente começam a uivar a todo pulmão. Enquanto espalmava a mão direita na própria cara como se controlando, não parava de pensar...

*Será que são cegos?!*

Sem perder os dois de vista olha para mata como se algo chamasse-lhe a atenção, até que não demora muito para a Garou dos infernos chegar arfando cobrando explicações do Cria de Fenris. Antes que o mesmo respondesse, olha feroz para Merlin, que se entromete na conversa, respondendo em seguida a Viúva Negra...

"-Faro-Ancestral mandar recado de Quebra-Queixo pra Darkness... Falou pra encontrar Trinca-Escalpos aqui e levar esse Senhor das Sombras pro Ancião."

Fala apontando a garra para Calmaria-que-Antecede-a-Tempestade.
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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por AetherLugus em Sex Jul 10, 2015 9:13 am

Karl começa a entender parcialmente o que se tratava e simplesmente faz uma reverência singela com a cabeça, como se assentisse positivamente (era um reflexo por ter vivido como humano por tanto tempo - tratava-se muito mais de um ato corporal humano que de um lobo afinal). Nisso dá alguns passos em direção ao lobisomem de tato social rústico, porém direto, que ali se encontrava. Dispensa uma segunda apresentação, por entender que ao apontar em sua direção já havia compreendido quem era.


Última edição por AetherLugus em Sab Jul 11, 2015 8:40 am, editado 2 vez(es)
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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por Suzanne O'Bran em Sex Jul 10, 2015 10:10 am

Tadewi se posiciona a cerca de cinco metros de Ann, após isso se senta sobre a pata traseira de forma serena.

Certamente Ann ouviu falar sobre os wendigos e o quão ferozes eles eram. Tadewi também, como muitos wendigos, possuía seu nome de batalha adquirido em batismo e rituais, estes, sempre fazendo alusão a fúria de seus implacáveis heróis e de seu pai, o impetuoso espírito canibal, mas o Guerreiro da Fúria, ao contrário do que se esperava, passava um ar de tranquilidade.

Ao se deparar com o lobo guerreiro em sua forma lupina, nota que certamente Tadewi não era o mais robusto dos lobos já visto por ela, mesmo alguns exemplares de sua tribo podiam ser maior que ele; em sumo, era de características físicas de porte mediana.

_Uma corda dobrada, arrebenta com duas vezes mais dificuldade. Tadewi é filho de ventos e tempestades, não gostou de esperar.

O wendigo deu uma resposta prática de que procurava Ann para esclarecer algumas dúvidas, mas ao perceber que esta se encontrava em vigília, prontamente se ofereceu a ajudar.

_Não sabia que estava de patrulha, mas já que esta, eu poderia te ajudar. Tenho dúvidas sobre as regras deste lugar.

Pelo que parecia, Tadewi estava se oferecendo a fazer parte da patrulha de Ann, mesmo está não sendo sua ideia inicial, não importaria em se ocupar.
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Trinca-Escalpos - Merlin - Karl - Darkness

Mensagem por Admin em Sex Jul 10, 2015 4:44 pm

Enquanto esperava um esclarecimento do garou em Crinos, ouve uma resposta afobada vinda de um dos visitantes, atropelando o verdadeiro questionado. Trinca-Escalpos fita-o de canto, deixando escapar uma fileira de dentes protuberantes por breve momento, numa espécie de rosnado sem som.

Esperou mais, quando finalmente teve a pergunta respondida pelo verdadeiro questionado. Assentiu com a cabeça para ele e iniciou uma curta caminhada para mais próximo da dupla recém anunciada. Farejavaos ares que os circundava até se por próxima o bastante para fuça-los. Depois de poucos segundos de inspeção, posicionou-se de modo à ser escutada pelos três:  - Você... apontou com o focinho para Merlin: - Se vem atender ao pedido do Caern por reforços, é bem-vindo, mas é melhor aprender rápido quando estão ou não falando com você. Sem se prolongar, fitou Karl rapidamente, ameaçando simplesmente ir embora, entretanto, à guisa de quem se recorda de algo, deteve-se para últimas instruções:  - Aproposito, eu sou uma das guardiãs das divisas como devem ter notado. Me chamo Trinca-Escalpos ou, Abigail. Ahroun das Fúrias Negras, Adren e Hominídea. O Senhor das Sombras eu já vi por aqui. Ambos estão liberados para entrar e, já que Darkness vai acompanhar um, pode levar esse outro também até o ancião.

Trinca-Escalpos cumprimentou Darkness preguiçosamente, para em seguida caminhar de volta à sua vigília.

OFF: - Se alguém quiser falar com a Fúria Negra, ainda poderá fazê-lo, pois ela se retira a passos lentos.
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Ann - Tadewi

Mensagem por Admin em Sex Jul 10, 2015 5:35 pm

As feições da lupina se tornaram mais brandas quando Tadewi se revela, mas, não escondia uma curiosidade pela sua presença. Esperou calmamente até que o lupino expusesse sua intenção no breu da mata. Quando fez um gesto de quem engole um pedaço de carne fibroso. Mudava naquele momento as cordas vocais para se comunicar em linguagem Garou: - Posso te ajudar com suas dúvidas, sem problemas. Sentou-se então, qual Tadewi fizera: - Mas não estou capacitada a te aceitar sequer como companhia para a vigília. Mesmo que estivesse, talvez fazer a ronda enquanto conversamos não seria a melhor forma de se manter atento. Mas não há problemas em perder alguns minutos para ajudar a um recém-chegado...
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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por Suzanne O'Bran em Sex Jul 10, 2015 6:00 pm

Tadewi ouve a resposta e acata sem questionar. Quando a oportunidade de fala lhe é concedida, segue em seus questionamentos.

_De acordo, atenção é o melhor neste momento!

Faz um curto silêncio, e segue dizendo:

_Temos uma caça abundante, mas acredito que a seita vive problemas quanto a ela. Pretendo respeitar esta regra, só queria entender os motivos.
Acredito que se todos respeitarmos o limite, reprodução, e outros, os lupinos conseguiriam se alimentar da forma adequada. O que quero dizer é que mesmo tendo que cumprir, eu não compreendo, acredito que nem todos consigam cumprir, sou um lobo e mina natureza é caçar...
Eu já comi carne congelada, o rigor do norte, o frio, me ensinou a me adaptar, mas certo, que não é o natural. O que quero dizer é que talvez, respeitando o tempo de acasalamento, está situação poderia mudar.

O wendigo faz um sinal que mudaria o assunto, uma breve pausa somente.

_Outra coisa que não entendi bem, é que nosso líder parecia estar preocupado, disse que não passamos por um bom momento. Tem algo que deveria saber? Não quero cometer erros!

Tadewi apesar de indígena, mostrou um comportamento bem militar, respeitador das tradições, e regras, o fator que lhe define bem é sua busca implacável pela perfeição, mudando primeiro a si mesmo.
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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por Steve Mandrake em Sex Jul 10, 2015 11:09 pm

Darkness (Crinos) - Trinca-Escalpos - Karl - Merlin

Apenas assentia com a cabeça para a fêmea e a deixava ir, com ar de alívio. Olhava a calda dela balançando até sumir na mata, voltava a olhar intimidadoramente para os dois e ainda assim aguardava em silêncio. Após certeza que estava a sós, e que sua fala não poderia mais ser ouvida pela Fúria Negra, fala direcionado aos dois, ainda assim em baixo tom, porém firme:

"-Vocês estar em Caern, dever ser mais cuidadosos... Qual a dificuldade em ver Darkness do outro lado do rio? São cegos?! Uivar no ouvido de Darkness não ser bom, deixar Darkness surdo e chamar atenção de Fúria Negra. Dever ser atentos, se Darkness fosse Dançarino invadindo o Caern, seria dois lobos mortos!"

Em seguida já se vira e começa a caminhada até o Ancião. Fazendo um brusco sinal com a cabeça para que fosse seguido. Hora ou outra soltava leves rosnados sem nenhum motivo aparente...
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Ann - Tadewi

Mensagem por Admin em Sex Jul 10, 2015 11:52 pm

A Impura reage retorcendo o semblante sem que para Tadewi, que não era um perito em linguagem corporal, pudesse fazer uma leitura apropriada: - É um assunto complicado, que não sei se estou apta a responder, mas, tentarei... Redarguiu gentilmente.

- Me lembro de uma vez, quando Estevan anunciou esta regra, Hugo demonstrou descontentamento, chegando ao ponto de contestar. E aí, com muita paciência, o nosso líder respondeu algo semelhante ao que vou tentar reproduzir, mas provavelmente usou outras palavras. Ele disse: - Sabe o que é um zoológico, Hugo? O nosso Vigia confirmou e aí Estevan continuou: - Pois bem, não é porque lá tem animais, que se pode caçar. Os humanos construíram o zoológico para fins que não concordo, mas, se um Caern num zoológico permite a caça dos animais enjaulados, este caern viraria notícia no mundo todo e provavelmente não sobreviveria muito. Pois bem, estamos em um zoológico sem jaulas. Foram os humanos que construíram esta reserva e, eles mantém o controle sobre o número destes animais.

A loba faz uma pequena pausa, esperando que Tadewi digerisse a história, para completar com um toque especial: - Eu não sei se você sabe o que é um Zoológico, mas, posso dizer que, nossos parentes mantém o controle sobre essa reserva ecológica. Mas ainda assim, eles prestam contas a autoridades maiores, e alguns desses podem muito bem ser um sanguessuga ou fomor, louco por um motivo para fechar o parque estadual. Claro que a morte de um animal não causaria isso, mas se não fosse a regra, a caça seria constante. Por isso, se você se sentir na necessidade de caçar, tem a permissão de fazê-lo com animais pequenos como esquilos, pois o controle destes é muito mais frouxo do que sob os antílopes ou veados, sei lá. Entendeu? Mas isso é para casos de necessidade, não deve nunca ser uma rotina.

Agora, com uma pausa ainda menor que a anterior, Ann emenda no outro assunto: - O Ancião está preocupado com o sumiço de vários humanos, que tem deixado toda a cidade em alerta. Isso tem atrapalhado demais a nossa movimentação, sem contar com a preocupação do que deve vir por aí. Por que será que esses humanos tem sumido? Já tentamos localiza-los através de rituais e alianças com espíritos, mas os rituais não funcionam e os espíritos não voltaram. Só que, parece que Estevan conseguiu algum avanço no assunto e acredito que seja aí que vocês, novatos, vão entrar. Faz então uma nova expressão tão surpresa quanto a face de loba permite: - E por falar nisso... o garou que você deveria esperar para voltar ao Ancião já se anunciou há poucos minutos. Você não ouviu??
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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por Suzanne O'Bran em Sab Jul 11, 2015 12:33 am

Tadewi ouve atentamente o que lhe era dito e ficou ainda mais infeliz pela resposta dada, não concordou em nada; porém entendeu melhor a situação.

Nos tempos recentes, os garous tiveram que se adaptar a esta situação deveras humilhante.
Tadewi entende que o povo branco mereceu o fim que teve e os garous desta estirpe são de certa forma culpados.
Hoje vivem uma utopia e clamam aos céus por ajuda de Gaia.

Tolos!

Porém, não sairia por aí apontando o dedo, aceitou deixar suas terras em busca de conhecimento, mesmo este sendo o mais amargo de todos os ensinamentos que teve ou terá, de sua vida.
Porém, agradece ao grande pai wendigo por manter os seus sobre sua proteção, guardando seus guerreiros e ensinando a estes a proteger suas terras.

_Entendo o que é zoológico...-Rosna baixo- Coisa ruim!

Respira fundo e inspira de forma grosseira fazendo com que a poeira do solo levante um pouco, demostrando que não gostava muito desta palavra.

_Entendi. Os animais aqui pertence a natureza, mas na verdade não faz parte dela...
Vivem em uma falsa liberdade.

Tadewi neste ponto sentiu seu lado lupino falar mais alto, ignorando completamente a razão. Seus olhos lacrimejam um pouco, mas apenas isso, seu orgulho de guerreiro apache não permite que as lágrimas rolem.

De fucinho abaixado ouve a resposta de seu segundo questionamento. Cada palavra dita após o duro golpe que recebeu, soava como um intenso e longo blá blá blá... Era tudo ouvido e guardado, mas tudo isso passou a ter menos importância.


Quando Ann finda lembrando de seu dever, sente que era hora de ir.

_Você tem razão é hora de ir! Obrigado por ter paciência comigo.

Tadewi lambe o fucinho de Ann em uma espécie de agradecimento de lobo e se volta na direção que deveria seguir.
As Fúrias negras eram de fato garous valorosas que respeitavam a wyld de forma coerente, mas não gostou em nada do que ouviu ali. Não teve uma má impressão de Ann, apenas a regra não lhe agradou bem.

Em uma análise geral, sente que: ou precisaria aprender mais a cultura dos wasishus ou realmente tinha alguma coisa muito errada por ali.

Em um súbito disparo deixa Ann para trás em sua vigília noturna...
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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por AetherLugus em Sab Jul 11, 2015 8:55 am

O Senhor das Sombras enfim compreendeu do que se tratava a situação. Assente com a cabeça enquanto o imponente ser em crinos lhe dirige a palavra (embora tenha tido uma má primeira impressão, entendendo como um certo despreparo e insegurança) e, assim que percebe que as palavras deste cessam, responde:

- Desculpe-me se te assustei, Darkness. Te atemorizar não era a intenção, tampouco agir fora do protocolo deste local. Peço para que depois me explique como eu deveria ter agido, para que isto não ocorra em outra ocasião.

Observa as reações deste e torna a segui-lo para onde ele o levava.
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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por Steve Mandrake em Seg Jul 13, 2015 1:51 am

Darkness (Crinos) - Karl - Merlin

O Ahroun não para de caminhar para responder o forasteiro, sem mesmo olhar pra ele meneia a cabeça de forma negativa enquanto fala:

"-Senhor das Sombras não ser só cego, ser surdo também! Darkness vai ensinar dinovo... Vocês dever ser atentos! Se Senhor das Sombras fosse atento ouviria o que Darkness falou! Você não assustar nem esquilos do parque, quanto mais Ahroun dos Crias de Fenris!"

Com uma pequena pausa prossegue de forma natural, sem entender o tom de deboche de Karl...

"-Lobos atravessar rio com Darkness do outro lado esperando... Darkness ser Guardião do Caern... Por que uivar se não conhecem terreno?! Deveriam se apresentar a Darkness, e não fazer barulho sem necessidade!"
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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por Merlin em Qua Jul 15, 2015 1:48 am

Toda a situação inusitada me fez reforçar o pensamento sobre os texanos *Será que eles são texanos? Faria sentindo....*

"- Perdão, Merlin não ver você. Uivei antes de atravessar. - adiantando-se perante o crinos - De onde venho, fronteiras ser distantes. Uivo necessário."

Observei a Trinca-Amigos ir embora enquanto farejava o local. Parecia incoerente com os demais, mas ainda sim era levemente familiar.

"- Darkness saber se terá evento no caern hoje?"



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Narração - Darkness - Karl - Merlin

Mensagem por Admin em Qua Jul 15, 2015 3:20 am

Merlin, o único novato do trio, começa a vislumbrar a imensidão do Caern, que nem era dos maiores. Embora ainda não pudesse dizer aonde terminavam aquelas divisas para trás do morro central, podia ver movimentações tão longe quanto seus olhos enxergavam por entre a mata. Espíritos alçando voo, garous conversando, casebres com luzes acesas, tudo espalhado por terras a perder de vista.

O ar era muito mais puro que poder-se-ia esperar de um Parque Estadual numa área urbana e vez ou outra, uma corrente de ar traz o cheiro de incontáveis personalidades bem como territórios marcados à moda lupina.
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Re: Caern - Presságios Vívidos

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