Caern - Presságios Vívidos

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Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por Admin em Sab Maio 30, 2015 6:43 am

Tipo: Sabedoria - Visões
Totem: Coruja
Nível: 3

Divisa: 350 Acres / 141 hectares /6399.756m²

Localização: McKinney Falls State Park é um parque estadual localizado na borda sudeste da Austin (próximo ao aeroporto) em torno da confluência de cebola e Williamson Riachos e é administrado pelo Texas Parks and Wildlife Department . O parque foi inaugurado em 15 de abril de 1976, e tem o nome de Thomas F. McKinney, um empresário, criador de cavalos de corrida efazendeiro , que possuía e viveu na terra, no meio-de-final do século 19.
(O centro do Caern é o ponto vermelho, e em volta, suas divisas - Localize no google: https://www.google.com.br/maps/dir//Austin,+TX,+USA/@30.1820769,-97.7214567,15z/data=!4m12!4m11!1m0!1m5!1m1!1s0x8644b599a0cc032f:0x5d9b464bd469d57a!2m2!1d-97.7430608!2d30.267153!2m2!7e2!8j1432940400!3e0)


História: MC Kinney adquiriu as Terras referentes ao que hoje é o parque estadual aos poucos. Depois de alguns acidentes em que teve uma indústria que havia construído nas Terras, inundada (em 1869) e sua residência incendiada (1940) sua esposa, já viúva (desde 1873) vendeu pequenas parcelas das terras para parentes, boa parte para James W. Smith e doou cerca de 1ha para um de seus empregados.
Em 1971, JE "Pete" Smith, o neto de James Smith, doou 682 acres (276 hectares) da fazenda no Estado do Texas para um parque. O terreno foi avaliado em $ 731,300 e o estado recebeu uma correspondência federal de subvenção para desenvolver o parque. Depois arqueológicos escavações e pesquisas foram concluídas, o parque foi desenvolvido. O parque foi dedicado em 14 de abril de 1976 por Governador Dolph Briscoe e aberto ao público em 15 de abril.
O empregado de Anne (esposa de MC Kinney) foi durante muito tempo considerado um homem santo, recebendo e ajudando muitas pessoas com suas visões. Jogava cartas com exatidão de previsões, também se comunicava com espíritos dos falecidos, e pôde consolar inúmeras famílias até a sua morte em 1975.
As fortes chuvas que começaram em 30 de outubro de 1976, empurrou a água de Onion Creek ao seu mais alto nível desde o parque foi inaugurado. A água inundou o Smith Center Visitor e banheiros danificados, áreas de piquenique e o Rockshelter Trail. O parque foi evacuado e fechado temporariamente enquanto funcionários do parque limpo e reparado o dano.
Enquanto o parque permanecia fechado, Kaolin, uma Fúria Negra Theurge migrou para lá, liderando três matilhas com o intuito de realizar o ritual da Criação de Caern. Ela foi a primeira líder do Caern, mas seu reinado foi curto, encontrando fim numa das tantas tentativas de invasão que a Wyrm promoveu nos primeiros anos de vida do Caern, demonstrando real incômodo.
O Caern Presságios Vívidos teve muitos líderes de curto período até encontrar o Garras Vermelhas, Ahroun Presa-em-Brasa. Este lupino soube contornar as diferenças tribais, e ao trabalhar em conjunto com um dos membros mais destacados do copo de anciãos, o Andarilho do Asfalto, Theurge Bug, promoveram tantas mudanças no Caern, que começaram a colher ótimos frutos, alterando o poder do Caern para um nível mais alto.
Agora a seita tinha mais garous e podia hospeda-los, uma vez que o Andarilho havia colocado parentes para trabalhar no parque, alegando que precisavam construir residências lá.
Hoje em dia, o Caern está novamente passando por uma transformação. O Uktena, Hominídeo, Philodox Estevan, também conhecido como Mão-de-Ferro, levou o Caern a um novo patamar de poder e alguns Theurges asseguram que tiveram visões tenebrosas sobre o incômodo que novamente isso teria causado à Wyrm.


Última edição por Admin em Sab Maio 30, 2015 7:06 am, editado 1 vez(es)
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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por Admin em Sab Maio 30, 2015 7:01 am

Flora
Cipreste , plátanos e pecan árvores alinham os bancos de Onion Creek e carvalho , zimbro Ashe , e algaroba pode ser encontrado nas terras altas mais secos. Outras árvores encontradas no parque incluem Wafer Ash , Red Oak , Texas Persimmon , cinamomo , cedro Elm e mexicana Plum . Na primavera , as estradas estão repletas de flores silvestres , dominada pela Texas Bluebonnet . Cacti também pode ser encontrado como o Prickly Pear e lápis Cactus .

Fauna
Veados de cauda branca são comuns em todo o parque, bem como guaxinins , tatus , e esquilos raposa . Muitas espécies de aves são encontradas no parque, incluindo buntings.

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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por Admin em Dom Maio 31, 2015 1:33 am

A entrada do parque estadual está aberta para todos durante 6 dias por semana (exceto aos domingos), com diversos atrativos como trilha de mountain bike, pontos de camping, pontos com acesso Wi-Fi e etc. Seguindo por cerca de 15km reto desde a entrada, ou 20km pela trilha é possível avistar o rio Onion Creek. Anda-se mais 1km até sua margem, para depois contorna-lo por mais 4km até o ponto de travessia para o caern.

Depois das águas do rio Onion Creek, já é possível ver as divisas do Caern e até vislumbrar a localização do coração dele, por este se localizar no alto de um pequeno morro.
As águas que antecedem as divisas são fundas o bastante para cobrir um adulto até o queixo, se deslocam numa forte correnteza, sendo sensato fazer a travessia através de um caminho onde as duas margens se aproximam o suficiente para um pequeno salto ser o suficiente para chegar ao outro lado.
(Imagem ilustrativa, o morro é visível depois de passar pelas águas, mas não é uma montanha)


Seguindo reto, cerca de 400 metros é o bastante para se deparar com o coração do Caern, no alto de um morro. Uma velha construção que ainda é usada pelos Garou. Fora dela, no terraço, alguns Garou se beneficiam da visão privilegiada para ajudar na patrulha.
Na base do morro, quatro casas o cercam, sendo elas destinadas para matilhas que exercem alguma atividade na seita. Cada uma possui 4 quartos (minúsculos), 1 banheiro, 1 cozinha com 1 freezer repleto de carne e 1 sala com uma TV velha. As instruções são para que os lupinos evitem caçar no parque (por isso grandes estoques de carne), mas se tiverem de o fazer, só devem caçar animais pequenos. As outras residências são para visitantes.


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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por Admin em Sex Jun 05, 2015 7:32 pm

Sobre a Seita:

Obs: Yoshimitso foi ancião durante um tempo, até ser considerado velho demais para o cargo. Muitos especulam que ele deveria realizar um ritual para se sacrificar e talvez por isso (ou não) ele se afastou. A maioria afirma que ele continua fazendo parte da Seita, mas há muito ninguém entra em contato com ele.
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Narração - Darkness

Mensagem por Admin em Qua Jun 17, 2015 3:02 am

O Cria de Fenris patrulhava as divisas do Caern no pedaço de chão que lhe cabia (próximo ao cemitério), sabendo que a matilha As Medusas também o fazia sem que para isso precisassem manter contato, embora isso fosse desejável em caso de necessidade.

À essa altura, a rotina de um lupino sem matilha no caern já havia dado provas de não ser fácil. Deveria alimentar-se da carne congelada, mas para prepara-la no método humano exigia o mínimo de dedicação para um aprendizado do qual o lupino preferia abrir mão, optando até então por um caminho mais trabalhoso que era o de produzir fogo na natureza. Isso fazia-o gastar mais tempo do que o desejado para só então juntar-se à patrulha. Além disso, muitas especulações nas últimas semanas falam sobre a chegada de novos garous e, Darkness sendo o único lupino da seita em expansão, sem uma matilha, sente uma pressão velada por formar uma matilha.

Quando estava retornando ao ponto inicial de sua vigília para então voltar o caminho, escutou um som incomum vindo de algum lugar fora das divisas.

OFF: Percepção + sobrevivência (ou empatia), dif: 5
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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por Steve Mandrake em Qua Jun 17, 2015 10:16 am

Darkness (Lupus) - Narração

A noite já dava as caras e o clima era satisfatório, facilitando assim o visão da paisagem ao seu redor. Comida tão farta, com animais de grande porte e pequenos roedores, faziam o lobo passar a língua na narina e salivar, porém o rígido controle daquelas terras, o limitavam a condições que por pouco não considerava humilhante. Mas não podia reclamar, estes haviam salvado sua vida, e ela lhes pertencia de certa forma.

Questões que pairavam na cabeça do grande animal... Seus passos lentos... Seu olhar fixo... Confirmando a segurança do local, não resta mais nada se não retornar, é então que suas orelhas se movem captando algo que estava fora do seu local de vigília, esgueirando-se como um predador prestes a dar o bote, ele se aproxima...

--------------------------------------------------------------------------------------------
OFF

-3 Sucessos para Percepção + Sobrevivência
-7 Sucessos para Destreza + Furtividade
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Narração - Darkness

Mensagem por Admin em Qui Jun 18, 2015 11:41 pm

Com as passadas hesitosas de um predador que se acerca da presa, Darkness observa por entre as folhas de um arbusto, após ter caminhado por um curto espaço de tempo, silhuetas se aproximando, acompanhadas de um vozerio pouco discreto.

Parecem humanos, na verdade, filhotes de humanos que parecem ter pegado algum atalho para a mata. Darkness pode deduzir isso pela disposição com que caminham, eles estariam muito mais cansados se tivessem vindo da entrada oficial do parque.

À medida que se aproximam, o lupino nota mais detalhes e enriquece o nível de informações sobre os estranhos. Agora pode asseverar que se tratam de 3 jovens, um deles, o menos atlético, tenta voltar enquanto choraminga (foi o choramingo que chamou a atenção de Darkness, além do barulho na mata) frases como: - Porra, me deixem voltar! Ou: - Que porra é essa?... Vamos embora! Enquanto que a dupla o impede, apontando para frente, (coincidentemente para Darkness) dizendo: - Foi mais pra lá, gordinho. Lá que Alice disse que o amigo dela viu um lobo. Agora cala essa boca e vai lá ver...

**Para presenciar tal cena, Darkness se deslocou cerca de 10 metros para fora das divisas.
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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por Steve Mandrake em Dom Jun 21, 2015 8:19 am

Darkness (Lupus / Glabro) - Narração

Os lábios se retraem exibindo a fileira de dentes...

*Humanos em miniatura... Vermes bisbilhoteiros...*

Pensa o lobo, estressado por ter que cuidar daquela situação. Não podia simplesmente matar as crianças, e muito menos assustá-las confirmando a existência de lobos ali. O Ahroun então aproveita um arbusto ou árvore, para se transformar em algo mais familiar aos humanos...

Sem rodeios Darkness aparece em frente as crianças, vedando a passagem, seu tamanho era assustador devido a forma Glabro, e sua fúria com certeza por si só causaria pavor aos pequenos seres...

"-Grrr... Vocês ouvir criança gorda e ir embora!"

Falava baixo fitando as crianças, para em seguida explodir:

"-AGORA!!!"
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Narração - Darkness

Mensagem por Admin em Dom Jun 21, 2015 9:21 pm

A noite já havia caído e, dentro da mata, a escuridão era ainda maior. As crianças travessas que provavelmente haviam escutado uma ou outra história sobre lobos naquela área, não poderiam imaginar o que vinha a seguir, naquele cenário verdadeiramente tenebroso para um jovem urbano.

A contragosto, o jovem perseguido já dava os primeiros passos em obediência aos outros dois, quando de trás de um arbusto se desvenda uma figura medonha, de tamanho animalesco, traços neandertais e fala primitiva.

Antes que Darkness terminasse de grunhir, notou o jovem mais próximo desfalecer. Seus olhos se reviraram lentamente e, após dois espasmos musculares, foi ao chão, marcando em seguida as calças com urina. A dupla que permanecia atônita até o grito do neandertal, fez o possível para uma fuga rápida, embora tropeços e passos desajeitados, acompanhados de falas apavoradas como: - Ô caralhoo... e: - Vái, vái, vái....  Tivessem certamente dado tempo de sobra para Darkness por fim a suas vidas caso quisesse.
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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por Steve Mandrake em Dom Jun 21, 2015 10:57 pm

Darkness (Glabro) - Narração

Quando o gordinho apaga e os demais se embolam pra sair correndo, a cara do Fenris piora...

*Vão me deixar com esse porco aqui?!*

Pensa o Ahroun, catando a criança pela camisa sem nenhuma dificuldade e arremessando na frente dos outros dois - certificando-se, claro de ser em uma superfície gramada - enquanto grita:

"-LEVAR ISSO DAQUI COM VOCÊS!"
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Narração - Darkness

Mensagem por Admin em Qua Jun 24, 2015 9:49 pm

Quando tirou o jovem do solo, Darkness pôde sentir o odor da urina humana quase com a mesma intensidade que em sua forma lupina. Mas, graças a uma corrente de ar passageira, aquilo já havia terminado no momento em que o Cria de Fenris arremessou o pobre coitado, exatamente como se faz com um saco de lixo em direção à caçamba.

O corpo inerte aterrissa bem próximo da já embananada dupla. Um deles se põe a segurar o braço do “amigo” desfalecido prontamente, sem entretanto tirar os olhos arregalados de Darkness. Sem contestar, o segundo faz o mesmo com o braço ainda livre e, ambos começam a arrasta-lo pela mata para longe de Darkness.
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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por Suzanne O'Bran em Qui Jun 25, 2015 12:09 am

Tadewi(hispo) - Thomas

Deste modo a longa viagem chega ao fim!

Tadewi sai no interior da seita através de uma ponte de lua, sendo então aguardado por Thomas o vigia do portão.

A princípio estranha o lugar; se tratava de uma cabana (casebre) feita por mãos humanas, provavelmente de wasishus(brancos). Estranha a princípio, mas nada diz e apesar de curioso com toda informação repentina, se mantém firme em seu propósito.

Esta era a primeira vez que o wendigo foi tão longe de suas terras, mas deveria manter suas convicções e manter as antigas tradições tribais.

Deveria também assimilar todo conhecimento possível e experiência para lidar com as adversidades vindouras que o futuro lhe reservava, além de claro, zelar pelo bom nome de sua tribo.

O fato de estar ali é por que era digno de confiança de seus anciões. Tadewi foi bem preparado para isso e faria por merecer toda a confiança que Salto Insano, o grande ancião de sua aldeia e o conselho de anciões de tribo, depositaram em si.

...

Estava muito curioso por conhecer os uktenas residentes do lugar, apesar de ter sido alertado por "Coiote Louco", um "sem lua" de sua aldeia, que os ancestrais dos mesmos não foram tão cuidadosos quanto os wendigos e se corromperam demais, diluindo seu sangue com sangue de "mercadores da wyrm"(Garous de origem Européias).

...

Tadewi estava em sua forma crinos e se sente um pouco "apertado" ali, preferindo metamorfosear-se para a hispo.
Afinal, a língua Garou seria utilizada brevemente.

Ao se deparar com a silhueta de Thomas, faz uma breve reverência, inclinando a cabeça.

_O Povo do Norte saúda o grande ancião deste local. Tadewi pede passagem para seguir adiante.

_Grande ancião Uktena aguarda lobo metamorfo Tadewi dos wendigos!
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Narração - Tadewi

Mensagem por Admin em Sex Jun 26, 2015 3:02 am

Um homem relativamente jovem cumprimenta Tadewi silenciosamente, apenas inclinando a cabeça. Sua aparência era curiosa e repleta de contrastes, ou possíveis incoerências. Mesmo Tadewi sendo um lupino, totalmente avesso à moda, notava um certo zelo, ou preocupação do estranho com seus trajes, demasiadamente limpos para o local onde estavam. Em contrapartida, os cabelos lisos, porém despenteados e a barba abundante denotavam uma despreocupação com a aparência.
Ele levou a mão até a garganta, que passava por uma mudança parcial. Thomas não sabia em que língua o irmão se comunicava entre humanos, se é que se comunicava e, afim de resolver o impasse, respondeu em língua garou: - Seja bem vindo, Tadewi. Eu sou o Vigia do Portão, Thomas. Mais conhecido como Terra-Nova, Ragabash,  Athro dos Andarilhos do Asfalto.

Antes de sua viagem, um Galliard fora chamado para ter com Tadewi, lhe pondo à par das lideranças da seita para onde iria. Falaram sobre as estranhas punições de Ensejo-do-Juízo, da antipatia de Sussurros-Auspiciosos e também alguns de seus feitos. Falaram sobre a liderança de Mão-de-Ferro, que vinha a contrapor todas as previsões desastrosas, pondo o Caern em um novo patamar. Mas, Quebra-Queixo e Terra-Nova já haviam sido cantados pelos Galliard dos Wendigo antes disso, seus feitos já haviam percorrido os quatro cantos do mundo.

Por isso, ao apresentar-se, Tadewi tinha certeza de que estava diante do Garou que havia feito história ao mapear as colmeias mais vulneráveis dos USA através de minuciosas investigações, valendo-se de tecnologias incríveis , dentro e fora da Umbra. Quando alguém chega a esse ponto, especulações não faltam, e muitos dizem que Thomas tem uma ligação especial com a Weaver, e valeu-se também de espíritos desta ordem. Seja como for, ao expor as colmeias e também suas vulnerabilidades, foi responsável direto pela destruição de uma delas e indireto por mais duas. A colmeia destruída por Terra-Nova abrigava dois grandes nomes entre os Dançarinos-da-Espiral-Negra, entre eles, Essoby, um comandante famoso por tomar Caerns pequenos e espalhar desolação, estuprando homens e mulheres antes de mata-los.
O corpo de Essoby não teria sido encontrado, portanto sua morte não fora confirmada. E após ouvir especulações sobre este inimigo estar em Austin, Terra-Nova teria se juntado à seita Presságios Vívidos.

Enquanto recordava-se dessas informações, Thomas se dirigia à porta, apontando pelo corredor o caminho que Tadewi deveria tomar até encontrar-se na saída da construção. Ainda segundo Thomas, do lado de fora haveria uma Fúria Negra, selecionada para guiar o lupino até Mão de Ferro.
No final do corredor, passando por algumas portas (caso Tadewi siga as instruções) se encontrará com Ann, Faro-Ancestral, que se apresentará cordialmente.

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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por Suzanne O'Bran em Sex Jun 26, 2015 11:08 am

Tadewi nota a transformação parcial do Garou da tribo daqueles que adoravam a grande aranha e seus artefatos... "como é mesmo o nome"... -reclina a cabeça levemente de forma curiosa enquanto se lembrava, um comportamento deveras comum aos canídeos-"tecnologia!"

Aproveita este momento para fazer o reconhecimento do Garou e certificar que era de fato o mesmo citado nas historinhas do velho galiard de sua tribo.
Ao receber a confirmação de seu nome, o wendigo age de forma natural, sem muitas emoções; Seria interessante que este não soubesse o quanto foi bem falado pelo galiard de sua tribo, que exagerava demais as vezes, afinal, todo bom galiard aumenta um pouco a história contada. Todavia tratou o mesmo com o respeito devido a um vigia do portão.

Nota seu alívio ao perceber que conversariam em língua Garou, detestaria ter que conversar com um Garou da cidade que sequer se interessa pela língua apache ou em uma linguagem lupina, rústica e sem muitos rodeios, muito ignorada pela tribo dos garous da cidade e pelo resto do mundo.

_Trago comigo um amigo.

Neste instante a poeira do lugar é sorvida por uma rajada massiva de vento em um único local. Folhas secas e cacos de pedra também são absorvidos, formando a silhueta de um menino indígena adolescente com uma tiara e pena caída na cabeça. Seus dentes eram pontudos e possuía garras dantescas azuis como o gelo, seus olhos amarelos causavam um certo arrepio e desconforto.

_Ele se chama Narssuk, o garoto tempestade, um importante aliado na luta contra a serpente de chifres!

Demonstra seu agradecimento e respeito por fim, aguardando a liberação do Manitu da tempestade pelo vigia.

Tadewi entende que o espírito aliado preferia o anonimato, se mantendo uno ao ar, mas três dos garous ali residentes deveriam saber de sua existência, e um deles era o vigia do portão. Não podia ser um estranho na seita, não seria honroso.


Última edição por Tadewi em Sex Jun 26, 2015 10:09 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por Steve Mandrake em Sex Jun 26, 2015 8:35 pm

Darkness (Glabro / Lupus) - Narração

"Humpf..."

Resmungava o Garou com o olhar fixo nos filhotes de "macaco" que se afastavam. Aguardava até certificar-se que já não voltariam, e em seguida volta para as Divisas do Cern. Assim que adentra na mata e percebe que está seguro de olhares curiosos, apesar do horário, o Ahroun reverte novamente a sua forma racial, caindo nas quatro patas e farejando o local, continuando seu trabalho...
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Thomas - Tadewi

Mensagem por Admin em Sab Jun 27, 2015 7:24 pm

Agora, Thomas parecia prestar mais atenção no Cliath, afinal, aquilo não era tão comum assim. Com o indicador, ele enrolou os pelos da barba na altura do queixo e deu um rápido e curto sorriso: - Notável. Respondeu, satisfeito.

Depois caminhou sem pressa de volta para o seu posto, pôs as mãos nos bolsos da calça e finalizou: - Tenho certeza que ambos gostarão daqui. Até a próxima...
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Narração - Darkness

Mensagem por Admin em Sab Jun 27, 2015 7:27 pm

Talvez meia hora tivesse se passado desde que farejara os intrusos, mas, agora tudo estava calmo e o único cheiro era o da mata e dos animais. Alguns vagalumes também passeiam pelos ares.
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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por Suzanne O'Bran em Sab Jun 27, 2015 8:57 pm

Tadewi sendo liberado faz um sinal para o espírito, para que ficasse a vontade, da forma que bem desejasse.

Segue então o percurso que o vigia do portão disse outrora e vai de encontro a fúria negra que o conduziria a autoridade presente.

Ao encontrar com Ann e de certa forma se deparar com o lado de fora da cabana, parte principal da estrutura da seita, o Garou fareja o ar, o que faz com que emita o som típico do faro, um pouco mais alto que o normal. Queria sentir o cheiro do lugar e dos garous que ali residem!

_Você deve ser Ann!- diz em um tom amistoso, porém, a forma adquirida faz com que o tom de sua voz tome um formato bem bestial.
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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por Steve Mandrake em Seg Jun 29, 2015 10:33 pm

Darkness (Lupus) - Narração

O lobo continua sua caminhada pela mata. Na noite escura e nas pegadas sorrateiras, só o brilho espelhado do olhar feroz poderia ser visto. Focinho hora ao chão, hora ao ar, capitava os sons da mãe Gaia.

Até então tudo tranquilo, a Seita estava calma até demais. Na cabeça do Ahroun pesava o chamado para a guerra. Por ele, sairia em missões sozinho já que aparentemente mais nenhum Garou se apresentava, considerava até melhor assim, mas sabia que o Líder da Seita seria relutante quanto a isso. Porém aguardaria mais aquele dia, antes de fazer tal pedido...
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Ann - Tadewi

Mensagem por Admin em Qui Jul 02, 2015 4:17 am

O ar era diferente tanto da Umbra quanto de onde Tadewi vinha, mas, as toxinas da Wyrm não pareciam ter alcançado o Caern. Por poucos segundos, o Wendigo sentiu o coração palpitar e uma nítida, porém indescritível sensação invade sua alma. Era um misto de esperança e aquela adrenalina que se sente frente ao perigo.

Alheia a tudo isso, Ann descola as costas da parede ante a aproximação de Tadewi. Depois de se colocar de frente para o recém-chegado, deixa que se desenhe um rápido e burocrático sorriso nos belos, porém maltratados lábios: - Bem vindo. Disse, voltando a transparecer seriedade: - Sim, por aqui também me chamam de Faro-Ancestral. Eu sou uma Lua crescente, da matilha As Medusas. Fostern e Impura. Sua voz soava relativamente baixa, não só ao confessar sua raça, mas em todas as suas falas, contudo Tadewi não tinha qualquer problema em entender.

A Theurge começou a caminhar, ainda encarando o lupino como quem espera ser seguida: - Você deve ser o Wendigo que vinha pela Ponte da Lua. Dizia enquanto os dois davam a volta pela construção, sem descer o morro.
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[Narração via chat]

Mensagem por Suzanne O'Bran em Sab Jul 04, 2015 6:24 am

Tadewi analisa aquela que levaria ao líder com uma passada rápida de olhos, não queria constranger.
O fato dela ser uma impura não faz dela alguém que deva ser rejeitada, mas sim, alguém que deva ser observada, pois estes vezes ou outras apresentavam características estranhas, principalmente em seus frenesis.
Os wendigos enterravam "vivos "os rebentos que apresentavam a característica de sangue ruim ou mesmo os que não nasciam deste modo, mas apresentavam defeitos de impossibilidades físicas, mas hoje em dia, tal luxo não é mais permitido. Todos são e devem ser aproveitados, pois a serpente de chifres possui uma fileira infinitamente maior de guerreiros. Uma vez que um impuro prove seu valor na tribo, seu sangue ruim é deixado de lado, claro que não completamente, mas chega a ser tolerável.
Hoje em dia a tribo é bem dividida quanto a isso, os mais tradicionais afirmam que os impuros não tem o direito sequer de pisar no solo das terras puras, enquanto outros, acreditam não ser bem assim.
De qualquer forma Tadewi não era um xiita, pelo menos não no que diz respeito a este assunto. Abana o rabo levemente mostrando que estava tudo bem quanto a isso.
O que mais chamou a atenção, não foi o fato desta ser uma impura, e sim, uma fúria negra. O Garou ouviu falar bem desta tribo e o quanto eram honradas.

_Sim, eu mesmo.

_Me chamo Tadewi, conhecido como guerreiro da fúria. Acredito que a liderança local me aguarda!

...

Mais uma vez Ann esboça um sorriso ligeiramente mais simpático que o primeiro assim que vê a reação do Wendigo.  

Depois então que o lupino se manifestou sobre o ancião,  ela confirmou com a cabeça e continuou com a conversa,  mas sem deter a caminhada:

_Me pediram para te instruir sobre as normas deste caern,  afim de que continuemos nossos trabalhos sem alarde.  

* ela então aponta para um ponto abaixo do morro,  um casebre:

_ Naquela casa,  onde um Cria de Fenris chamado Darkness tem ocupado sozinho,  é onde você deve ficar caso queira se abrigar sob algum teto.  É lá também que você encontrará comida,  porém congelada.  

Darkness tem optado por cozinhar em fogueira,  ao invés de aprender as técnicas humanas.  A caça aqui é proibida,  pois o estado controla o número de animais.


* ao fim da fala,  a dupla chega em frente à uma porta de madeira acabada,  no extremo oposto da saída donde vieram.  Ela gesticula como quem indica que tadewi deveria entrar.

...


Tadewi ao ouvir a notícia de que não poderia caçar, faz uma feição de externo desgosto.
Esta foi a única característica rejeitada piamente pelo lobo no período de aprendizagem com os humanos de sua tribo.
Caçar fazia se sentir vivo, e quando fazia era apenas por necessidade. Sentir o gosto de sangue quente e os ossos de sua caça serem esmagadas entre suas presas era uma sensação revigorante. Teria problemas sérios com esta regra.

Inspira profundamente, enquanto continuava a caminhar bem pensativo.

Com a enorme pata empurra a porta, com cuidado para não parecer grosseiro demais. Era rústico e não possuía muito tato para estes típicos de delicadeza, mas se controlava bastante para não assustar ninguém, ou pior ainda, irritar o ancião local com uma batida inesperada na porta.

...

A luz no ambiente era pouca,  e Tadewi deu de cara com um pequeno corredor até chegar a uma sala sem porta.  Ann ainda o acompanhava,  mas agora na retaguarda.
Ao observar o interior da sala,  Tadewi se depara com o líder,  sentado numa cadeira de pedra à conversar com um outro Garou,  amos em hominídeo.
A sala tinha pouca luz e não havia requinte, sequer as paredes eram pintadas. Tadewi nota que existe uma porta fechada no ambiente, quando ambos Garou se viram para a entrada,  observando Tadewi e Ann.  Tão logo,  Estevan sinaliza com a mão,  chamando a dupla: -  Este é Tadewi,  o Wendigo. Diz a Impura a medida que adentram na sala.

Mesmo sabendo que muito provavelmente o cliath lhe conhecia,  o ancião se apresenta humildemente,  para em seguida apresentar sua companhia,  o Vigia do caern. Olhos atentos de um lupino poderiam captar uma pequena ansiedade vinda do Vigia,  provavelmente esperando poder retornar à sua forma mais confortável, mas tal sentimento era muito bem controlado por um Garou experiente como poucos lupinos dos Garras Vermelhas. Ele cumprimenta Tadewi após ser apresentado,  estabelecendo-se então um silêncio donde o wendigo supõe que deveria preencher.


...

O wendigo ainda digeria a regra mais tola que já ouviu em toda sua vida. Apesar de descontente, mantinha a aparência, resolveria este problema mais tarde.

Ao se deparar com o ancião, o Garou demonstra uma certa surpresa, notara o Vigia, um garra vermelha na forma humana. Olha para si, se perguntando se deveria fazer o mesmo, afinal, ainda estava em hispo.

Reverencia o ancião abaixando sua cabeça e levando os olhos ao solo, fitando vezes ou outras o rosto do Garou na forma humana. Era um cumprimento bem formal e comum a um lobo, que demonstra respeito a alguém que já provou sua superioridade e força.

_ Como apresentado, sou Tadewi, conhecido entre os nossos como guerreiro da fúria!

Faz uma leve pausa.

_Devo mudar minha forma senhor?

...

_ Não precisa. Seremos breves. Respondeu,  ajeitando-se na cadeira em seguida:

_Fico feliz em poder receber um Wendigo aqui e espero sinceramente que possa fazer daqui,  sua nova casa.

Nesse momento o garras vermelhas se dirige à Ann e em meio às palavras do ancião,  Tadewi ainda pôde distinguir uma ou outra palavra entre os dois,  tais como: - Avise ao Darkness que...

Enquanto isso,  o ancião ainda dava as boas vindas: - Em nome da relação da nossa tribo,  e também da expectativa que passo a depositar no seu potencial,  abro-te uma porta de comunicação comigo.  Não hesite em comunicar-me quando precisar.

...

Tadewi se concentra nas palavras do ancião líder da seita, mesmo seus sentidos aguçados lhe atrapalhando, se esforça até o ponto de ouvir somente blá blá blá dos outros dois.

Não esperava uma aceitação tão favorável daquele que guiava a seita, deste modo, agora mais confortável, encara o mais velho na face.

Se lembra do que disse coiote louco e de certa forma lhe da razão.
Estevan lembrava pouco um puro, tendo poucos traços que se assemelhasse a ele, pelo menos fisicamente, todavia as palavras bem escolhidas aproximam da que seria esperada por qualquer Garou da tribo "do irmão mais velho" e mais sábio.

_Agradeço a confiança do líder, prometo honrá-la pelo sangue de meus ancestrais.
Farei deste meu lar e respeitarei as tradições locais.


...

O ancião meneia a caberia em afirmação,  ergue o braço  para a saída, e finaliza:

_ Vá conhecer o caern. Eu e Hugo precisamos acertar alguns detalhes de uma missão em que você estará incluso, caso aceite.  Nossa seita vive um momento delicado e os reforços como você chegaram em ótima hora.
A qualquer momento você ouvirá o uivo de um Senhor das Sombras chamado Intercessor.  Nesse momento você deve voltar a mim...


Enquanto proferia essa última fala,  Ann se retirava,  e Hugo voltava para mais próximo do ancião.

...

Tadewi antes de partir diz:

_Antes de me retirar, gostaria de apresentar meu aliado espiritual, o nome dele é Narssuk!
Ele permanecerá conosco durante o tempo que aqui estiver.


...

O ancião apóia o cotovelo na perna e a cabeça na mão,  parecendo curioso com a figura.  Depois de curto período de silêncio, disse: - Muito bem. Sorriu,  fitando Hugo: -  Narssuk será de grande ajuda nesta missão.  Que minhas boas vindas se estendam aos dois.

...

Tadewi encara os anciões presentes e em seguida Narssuk. Faz um sinal com a cabeça indicando que deveriam sair.

_Fico grato por nos receber tão bem. Agora devemos sair e deixar os dois!

Deste modo o Garou modifica sua forma para a lupina, se sente confortável e leve outra vez.

Apressa os passos, os anciões deveriam cuidar dos assuntos da seita e Tadewi dos seus.

Ao cruzar a porta de saída acelera a corrida rumando para área onde foi indicada como sua nova cabana.
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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por Suzanne O'Bran em Sab Jul 04, 2015 6:57 am

Tadewi ruma em direção ao casebre, mas não iria diretamente a ele.
Farejando bastante distingue odores, odores de garous, sente então o cheiro da urina de Darkness, deste modo evita caminhar mais a frente, recuando um pouco.

Estava a alguns longos metros da cabana ainda, e ali a presença e demarcação de território de Darkness era pouca, talvez esteve por ali algumas vezes, mas somente de passagem.

Se concentra na forma humana e assim a atinge. Retira seu escudo da costas e coloca sua lança no chão.

De dentro de sua bolsa retira algumas mudas de ervas que utiliza eventualmente, dentre estas: Maconha, tabaco e uma terceira que utiliza para fazer sua tintura de guerra.

Cava com as próprias mãos e ali mesmo planta suas mudas. Ainda em frente as sagradas ervas o Garou leva sua testa ao chão e recita baixinho, apenas para os manitus da terra ouvirem.

_Saúdo os Manitus da terra deste lugar, saúdo também a Avó e perante ela faço um pacto. Se cuidarem para que estas ervas cresçam saudáveis, retribuirei futuramente com a energia das primeiras folhas colhidas.

_Saúdo os manitus do ar, saúdo animais presentes e demais plantas que aqui residem, sejam testemunhas deste pacto.

Por fim o Garou retira uma bolsa de couro tipo cantil, e rega as mesmas com o que restara de sua água.

Grava bem o local para que não perca futuramente, agora era deixar a natureza fazer seu papel.

Este seria o ponto mais sagrado da seita para ele agora, respira o ar e começa a caminhada em direção a cabana. Deveria encontrar Darkness.

Recolhe seus utensílios e retorna quatro patas.

...

Após algum tempo de caminhada avista por fim a cabana velha. Farejando o ar pergunta a Narssuk:

_Algum sinal do lobo Darkness?
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Ann - Darkness

Mensagem por Admin em Sab Jul 04, 2015 7:56 pm

Tudo parecia muito calmo e já fazia algum tempo que aquela patrulha se resumia à passos repetitivos e pisadas em cima das próprias pegadas. Os jovens desavisados poderiam muito bem ter sido a única emoção da semana e talvez rendesse até mesmo boas risadas entre os Galliard, mas, nada além disso. Entretanto, talvez aquilo fosse um aviso, uma preparação para algo maior, pelo menos era o que Darkness poderia imaginar ao ter a segunda surpresa da noite. Um cheiro doce de fêmea invade as narinas do lobo, antecedendo até mesmo o som das folhas sendo pisoteadas. Enquanto a sua memória olfativa tentava fornecer dados confiáveis da dona daquele perfume, viu de longe uma silhueta se mover por entre as árvores. Vinha em sua direção.

Como estava em sua forma humana, e por isso os sentidos lhe faltavam, era notável que a figura vigiava os lados frequentemente. Talvez não quisesse causar alarde no lobo, o que seria perigoso. Mesmo na postura cautelosa, era um belo exemplar de figura humana do sexo oposto, para quem gosta, é claro: - Darkness, é a Ann. Repetia em tom médio, na certeza de que seria ouvida.

Quando encontra o lobo robusto, volta a postura ereta e pose mais feminina à medida que se aproxima: - Quebra-Queixo envia uma mensagem. Diz, sem rodeios: - Vou ocupar a sua área de vigília, você deve se juntar à Trinca-Escalpos nas pedras da entrada. É você que recepcionará o garou de nome “Intercessor”. Ele já faz parte da seita, entretanto não foi apresentado formalmente, portanto, não se admire se ainda não o conhecer. Digira-se então para o Ancião junto a este. Tão logo, Ann ganha a forma lupina, sem que Darkness até hoje pudesse descrever a sua deformidade.
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Narssuk - Tadewi

Mensagem por Admin em Sab Jul 04, 2015 8:06 pm

A pergunta do Wendigo parecia jogada ao vento, sem resposta imediata. Um transeunte facilmente dar-lhe-ia por louco, ou coisa do gênero. Até que o vento se agita à alguns metros do lupino, dando forma a entidade amiga: - Embora eu ainda não o conheça, o dono deste cheiro não aprece estar pelos arredores. Sequer notei qualquer um que se pareça com um Cria de Fenris legítimo por aqui.
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Re: Caern - Presságios Vívidos

Mensagem por Suzanne O'Bran em Sab Jul 04, 2015 10:04 pm

Sem ter muito o que fazer o wendigo resolve entrar na cabana. Se deveria dividir a casa com quem quer que seja, gostaria de conhecer sua estrutura e também quem habitava ali. Analisaria também as tais carnes congeladas.

Ao entrar na cabana modifica sua forma para a humana e faz uma rápida análise com o olhar. Não meche em nada, somente na geladeira.

Com uma cara de descontente fecha a porta em seguida.

_Acho que terei que jejuar... -Diz em um tom de brincadeira para si mesmo-

Dando de ombros, sem interesse algum em nada do que viu ali, se retira.

...

Se senta apoiado no tronco de uma árvore, próximo a entrada da cabana.
Mais tarde se alimentaria.

Por sorte fez isso antes de entrar nas divisas da seita. Quando a fome bater, verá o que vai fazer, até lá, fuma um cachimbo da paz e adormece.
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Re: Caern - Presságios Vívidos

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